sexta-feira, 20 de maio de 2011

Amapá: SINDESAÚDE organiza campanha salarial

O Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Amapá - SINDESAÚDE -, em campanha salarial recusou a proposta do governo Camilo Capiberibe (PSB) de 3% de reajuste salarial.

Segundo Dorinaldo Malafaia presidente do SINDESAÚDE e da Direção de UNIDOS PRA LUTAR no Amapá "o percentual dado pelo governo aos funcionários públicos é uma vergonha porque não repõe sequer a inflação do período que segundo o DIEESE é de 6,31%".

Em resposta ao governo os trabalhadores da Saúde, Educação, Guardas Penitenciários, Médicos, etc. fizeram ato público em frente o Palácio das Bacabeiras (sede do governo) exigindo respeito, reajuste salarial digno e melhopres condições de trabalho.

"Se o governo do estado não atender nossas reivindicações seremos obrigados a paralisar nossas atividades funcionais" disse Malafaia. Não está descartada greve da categoria.


terça-feira, 17 de maio de 2011

Rio de Janeiro: NOTA SOBRE O MOVIMENTO DOS BOMBEIROS RJ

SOLIDARIEDADE COM A LUTA DOS BOMBEIROS DO RIO DE JANEIRO

Os bombeiros do estado do Rio de Janeiro estão acampados na Assembléia Legislativa desde terça-feira, 10 de maio, quando juntos com policiais civis fizeram uma manifestação de protesto por melhores condições salariais e de trabalho. Além do ato e desse acampamento os manifestantes estenderam uma faixa no Morro do Cantagalo em Copacabana com os dizeres, “BOMBEIROS PEDEM SOCORRO!”. Também, saíram em passeata pela orla da zona sul e ruas do centro da cidade durante toda a semana.

Segundo os manifestantes, o ato e toda essa mobilização estão acontecendo por que o secretário de Estado, Wilson Carlos, do governo Sergio Cabral, não compareceu ao encontro agendado com representantes dos bombeiros na quarta-feira, 04 de maio, para receber as reivindicações da categoria. Entre as reivindicações constam também cancelamentos de inquéritos abertos contra os participantes do movimento e auxílio transporte.

As únicas respostas dadas pelas autoridades, até agora, aos manifestantes, foram a divulgação no boletim interno da corporação da lista de 36 salva-vidas, transferidos de unidades por participarem do movimento e as declarações à imprensa do secretário de Saúde e Defesa Civil do Rio, Sérgio Cortes, acusando de “movimento político” a manifestação reivindicatória dos bombeiros.

Em todos os estados da federação brasileira, o Corpo de Bombeiros está subordinado a Secretaria Estadual de Segurança. Mas, ao assumir o governo do Rio de Janeiro em 2007, o governador Sérgio Cabral transferiu a corporação para a Secretaria de Saúde e Defesa Civil. Com a transferência de função os bombeiros do Rio passaram a receber o menor soldo do país de R$ 950,00 reais, menos que o soldo de um policial militar. Mesmo os bombeiros estando sujeitos ao risco de morte, tanto ou mais que os policiais. Porem, alegando que os bombeiros não pertencem mais ao quadro da segurança pública do estado, Sérgio Cabral deu uma gratificação muito superior aos policiais civis e militares. Essa gratificação maior aos policiais civis e militares tem tudo a ver com os objetivos da política de segurança pública do governador. É uma forma de incentivar e premiar a força letal dos agentes da repressão do seu governo. Como bombeiro não mata só salva vidas, não se encaixa na estratégia de segurança pública do governo de Sérgio Cabral.

Agora, cabe a nós da população do Estado do Rio de Janeiro, prestarmos solidariedade ao movimento dos bombeiros e exigirmos do governador Sérgio Cabral o atendimento imediato das reivindicações desses servidores públicos que salvam vidas. Pois, além dos impostos que nos são cobrados, ainda pagamos ao estado mais uma taxa específica para a prevenção e extinção de incêndios. Essa taxa extra deve estar a serviço da melhora nas condições de trabalho e do salário dos Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro.

.TODO APOIO AS REIVINDICAÇÕES DOS BOMBEIROS DO RJ
.PELO JUSTO REAJUSTE SALARIAL DA CATEGORIA
.NENHUMA PUNIÇÃO AOS PARTICIPANTES DO MOVIMENTO

Pará: SINTRAM entra na justiça contra cobrança de valores diferenciados na passagem

O SINTRAM vai protocolar hoje na justiça uma medida cautelar para evitar que seja cobrado dois valores na passagem de ônibus em Ananindeua. A empresa forte vem orientando os trabalhadores a cobrar R$ 1,85 até a passarela do Castanheira e R$ 2,00 a partir desse trecho.

Será entregue também no Ministério Público, na CTBEL e na DEMUTRAN denuncia pela assessoria jurídica do sindicato para que haja fiscalização.

Mais informações
Reginaldo Cordeiro: 8218-6142
Márcio Amaral: 8708-3849

Pará: SINTRAM denuncia empresa cobrando dois valores na passagem de ônibus

O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Ananindeua e Marituba (SINTRAM) está denunciando a empresa Forte, que está cobrando dois valores para a passagem de ônibus na região metropolitana de Belém. De acordo com o diretor da entidade, Reginaldo Cordeiro, até a passarela do Castanheira, a empresa está orientando os rodoviários a cobrar R$ 1,85e partir daí o valor de R$ 2,00. Isso tem gerado muita confusão e constrangimento entre a população e rodoviários. Esperamos que a Forte pare de cobrar o aumento que ainda não foi decidido para Ananindeua pois com essa ação arbiitrária a população é a maior penalizada, completa o sindicalista.

O SINTRAM defendeu na sua última data-base o reajuste de salário sem aumento na passagem. O Sindicato participou também das mobilização contra o aumento da tarifa de ônibus, junto com outros movimentos estudantis, sindicais e populares.

Mais informações
Reginaldo Cordeiro: 8218-6142
Márcio Amaral: 8708-3849



Pará: Rodoviários de Ananindeua e Marituba arrancam vitória

  
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quarta-feira, 4 de maio de 2011

PARÁ: RODOVIÁRIOS DE ANANINDEUA E MARITUBA - GREVE COMEÇA ÀS 00:00 DO DIA 05/05

ASSEMBLEIA GERAL DA CATEGORIA

Depois de tentativas frustradas de nogociação junto a patronal os Rodoviários de Ananindeua e Marituba no Estado do Pará - Região Metropolitana de Belém (RMB), votaram em assembléia geral da categoria, realizada hoje 04/05 às 09:00 e às 16:00 horas, greve geral da categoria por tempo indeterminado. 

Em campanha salarial a categoria exige 12% de reajuste salarial, o valor de R$ 350 reais no vale alimentação, plano de saúde em substituição ao auxilio clinica pago ao sindicato, pagamento de insalubridade, manutenção do triênio ameaçado de corte pelos patrões e o congelamento das passagens de ônibus.       
ÁGUA SERVIDA AOS RODOVIÁRIOS
NOS FINAIS DE LINHA.

Segundo Marcio Amaral, presidente do SINTRAM e membro da direção nacional da UNIDOS PRA LUTAR "a greve dos rodoviários acontece em um momento delicado para os trablhadores brasileiros: o governo reajustou as tarifas públicas como água, luz e telefone. A inflação está corroendo nossos salários e os produtos da cesta básica subiram assustadoramente tendo reflexos consideraveis na diminuição de nosso poder de compra". 

O SINTRAM juntamente com o Sindicato dos Servidores Públicos Federais (SINTSEP-PA) e o Diretório Central dos Estudantes da Universidade da Amazonia (DCE/UNAMA) trava há dois anos uma guerra judicial contra os empresários pelo não reajuste das passagens de ônibus. "Ano passado conseguimos reduzir por uma semana o valor das passagens de ônibus esse ano estamos convencidos que com muita mobilização vamos derrotar os patrões, congelar as passagens e em definitivo abrir o caixa-preta dos empresários", disse Reginaldo do Socorro Tesoureiro do SINTRAM. "Aí vamos ver quem está com a verdade se os rodoviários que há anos vemos denunciando os lucros abusivos das empresas, alta remessa de lucros para o exterior, enquanto um cobrador de ônibus ganha pouco mais de um salário minimo, ou os empresários que novamente pediram reajuste das passagens", completou.

Perguntado como seria a greve, Marcio disse que "a greve é pacifica, até porque nossa categoria está convencida, mediante nossas necessisdades, de conquistar nossa pauta".


BANHEIRO DE GARAGEM DE ÔNIBUS

"Em nossa luta estamos contando com o apoio do movimento estudantil organizado, de associações de moradores que compreenderam nossa luta e dos sindicatos combativos do estado" disse Décio Lima também da direção do sindicato. "Esperamos que com tanta violência na cidade a polícia militar não faça o papel de reprimir nossa luta como fez nos últimos anos, nossa greve é legal e tem o apoio da sociedade", disparou um rodoviário que não quis se identificar e que estava organizando as equipes dos piquetes de convencimento para as portas das garagens.

Na Assembleia Geral da Categoria que decidiu pela greve os rodoviários decidiram filiar seu sindicato a UNIDOS PRA LUTAR e junto com isso se somar aos esforços de ajudar a impulsionar na luta concreta a construção de uma nova direção para a classe trabalhadora brasileira.
 
O SINTRAM representa mais de 5 mil rodoviários de Ananindeua e Marituba e tem na sua base mais de 2500 motoristas e cobradores de ônibus.

Assessoria de imprensa do SINTRAM.
CONTATOS: 0800 280 8989















PARÁ: SINTSEP ORGANIZA DIA NACIONAL DE PARALISAÇÃO DOS SERVIDORES FEDERAIS

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