segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Direção do ANDES (CSP-CONLUTAS) fecha acordo e ajuda governo a isolar greve da FASUBRA e dividir greve do SINASEFE

Foi recebido como um balde de água fria, em especial pelos trabalhadores ligados ao SINASEFE, o acordo fechado entre a direção do Andes e o governo Federal. A direção do Andes que durante toda a greve da FASUBRA pouco fez para ajudar a tirar do isolamento a justa luta dos técnicos administrativos das universidades, com referido acordo, não só ajuda a isolar como também ajuda o governo a dividir a greve dos trabalhadores dos Institutos Federais Tecnológicos (IFETS).

Nota do SINDUFAP sobre a assinatura do acordo 02 de Set. de 2011

O Sindicato dos Docentes da Universidade Federal do Amapá, como seção sindical do ANDES-SN, lamenta a assinatura do acordo por entender que a proposta do Governo Federal era insuficiente para atender às demandas da categoria e apresenta uma análise da compreensão do quadro conjuntural. Esta análise está sendo encaminhada para conhecimento da Diretoria do ANDES-SN, do setor das IFES e das seções sindicais, bem como para a população em geral, conforme deliberado na Assembleia Geral de 30 de agosto de 2011.

Da análise:

Perdemos o momento mais importante dos últimos anos para a construção de uma greve forte e vitoriosa com conquistas para os docentes e a educação brasileira. Apesar do discurso em contrário, o Governo Federal encontra-se combalido e vinha agarrando-se aos movimentos anticorrupção como forma de angariar algum apoio popular e de definir um perfil para a gestão da presidente Dilma Rousseff. Apesar disso, mesmo esta estratégia vinha se mostrando frágil, uma vez que a ação anticorrupção tem ocorrido de forma tímida em alguns fatos como forma de resguardar pessoas importantes para a atuação do governo.

Não bastasse a fragilidade que se impõe a partir da perda de apoio tanto popular como da base aliada, que aumenta suas exigências para alinhar votações, um surto de greves, ocupações, paralisações e outros atos das mais diferentes ordens e categorias trabalhistas vêm eclodindo internacional e nacionalmente. No âmbito educacional, o governo ficaria em uma situação muito desconfortável se SINASEFE, FASUBRA (ambas em greve) e ANDES-SN estivessem todos em greve. Seria uma greve geral da educação com uma repercussão considerável e, com certeza, uma condição que o Governo Federal gostaria de evitar principalmente em um momento que congestiona a mídia com a campanha sobre a expansão de universidades e institutos federais. A greve conjunta denunciaria que a propalada expansão ocorre a custa do sucateamento das instituições e do aviltamento das condições de trabalho. Após o acordo assinado e sendo conhecedores das condições em que estamos vivendo no sistema federal de ensino, assistir estas campanhas na mídia chega a ser ultrajante.

O movimento vinha em um crescente. Isto pode ser afirmado tanto para a própria UNIFAP quanto para o conjunto das universidades brasileiras. A cada rodada de negociação o quadro de universidades fazendo AG e deliberando no sentido de construção e indicativo de greve vinha aumentando. Nas AG do SINDUFAP fomos avançando passo a passo: construção da greve, indicativo de greve sem data, indicativo de greve com data. A cada AG mais professores vinham compreender como estavam as negociações, bem como participar e discutir os rumos do sindicato na negociação. Chegamos a bem mais de um terço de sindicalizados presentes na AG do dia 30 de agosto, isto sem considerar um número expressivos de professores que, mesmo sem comparecer as AG, procuravam os diretores do sindicato e buscavam se manter atualizados quanto à negociação.

Os avanços ocorridos ao longo do processo de negociação, embora importantes, foram tímidos no sentido de atender nossas reivindicações, mesmo aquelas protocoladas como emergenciais e oriundas de deliberação do 56º CONAD. Estes avanços minimalistas do governo ocorrem no mesmo momento em que há relatos de aumentos do superávit primário e de arrecadação que vêm batendo recordes, bem como de uma alocação maior de recursos para pagamento da dívida. Ou seja, o governo anuncia aos quatro cantos que está sobrando dinheiro e fecha o cofre na negociação.

A proposta acordada é insuficiente. A principal leitura feita por parte dos docentes na UNIFAP foi a de que 4%, mesmo sobre retribuição por titulação e vencimento básico com a incorporação da gratificação de caráter produtivista, é nada. Os docentes durante a AG não desconsideraram os avanços e os demais itens acertados, mas reiteraram que a assinatura do acordo nos termos propostos pode ser considerada uma derrota face ao quadro que tínhamos, principalmente se lembrarmos que o governo tem, sistematicamente, quebrado acordos assinados com diversos sindicatos.

Por fim, é óbvio que há elementos conjunturais em cada instituição e na atuação de cada seção sindical, que os docentes da UNIFAP respeitam, mas fica a perplexidade da votação do setor das IFES. Como, considerando todo o contexto e os anseios dos professores por um reajuste significativo, mesmo daqueles que não participam da vida do sindicato, houve uma votação expressiva pela assinatura do acordo? A pergunta retumba em nossas mentes e deverá demorar um tempo antes de calar.

O movimento, portanto, era valioso e deveria ter seguido em ascensão. A assinatura do acordo pode prejudicar movimentos futuros. A partir dessas considerações, os docentes da UNIFAP reafirmam sua posição de que o momento era oportuno para a greve e, simultaneamente, apesar da discordância com o desfecho, reiteram a confiança no ANDES-SN e nas suas formas e instâncias democráticas de deliberação.

Direção do SINDUFAP
02 de Setembro de 2011

Professora Marina e demais integrantes da Direção da ANDES.

Indignado e estarrecido, li nota do meu sindicato, a ADUFEPE – hoje, na verdade, transformado em associação beneficente ou grêmio estudantil, por ação do PT e do PC do B, que o comandam – que a ANDES assinou acordo com o Governo Federal, que produz arrocho salarial ímpar, a lembrar os tempos da ditadura, altamente lesivo aos interesses maiores da Docência Superior, e em última análise, à própria Nação e à Cidadania. Foi difícil imaginar sequer a ocorrência de semelhante ação. Não é difícil perceber que os senhores não tinham o direito de fazer tal acordo, porque contrariava decisões soberanas em várias assembléias de professores de todo o Brasil, que clamavam por greve em várias delas.

Sou médico e professor de Medicina há 41 anos e testemunho diariamente descrições de quadros humanos de enorme sofrimento, por carência de médicos, de hospitais, de medicamentos, de transporte público, de habitações decentes, de ruas, sob violenta luta de classes, que assusta os que moram nos grandes centros urbanos do nosso país, notadamente os que sobrevivem nas suas periferias. Explicando esta situação dramática  estudantes meus, oriundos dos estratos mais ricos da nossa sociedade, muitos não creram que com todos esses anos, o meu salário líquido não atingisse a soma de 5.000,00 – muitos disseram, “faça greve, professor, isto é um absurdo!” E dói ver que a minha Associação Maior, criada em plena ditadura militar, não veja isto, se humilhe, se rebaixe, a crer que no próximo ano “eventuais distorções serão corrigidas”, esquecendo do nosso ditado nordestino: “quem muito se abaixa, a bunda aparece”, pois revela medo de classificação de “sindicato de radicais”, como se a luta por um mundo melhor e mais justo pudesse prescindir de radicalismo e de dignidade de posições.

Muitos dos senhores não viveram a ditadura militar. Eu a vivi nos seus 21 anos e dela fui vítima, carregando doença intestinal sem cura, nascida nos tempos do terror de Medici. Os senhores não viram o corpo dilacerado do Padre Henrique, como eu vi, os senhores não testemunharam o indescritível sofrimento de Mata Machado, os senhores não olharam os muros da casinha de Dom Helder Câmara metralhados pelo CCC pernambucano, os senhores não assistiram a corpos violentados em prontos socorros, de

companheiros nossos pela polícia política ditatorial. E até hoje semelhante ofensa à dignidade do ser humano foi resgatada por nossos dirigentes que se dizem “de esquerda”, mas ligados a lambe-botas de generais, como o José Sarney, ou nomeando para cargos públicos relevantes figuras que habitaram nos anos de chumbo o temível Comando de Caça ao Comunistas. Com gente traidora dessa laia não podem existir acordos, meus colegas, não podem!

Sabendo disto que os senhores fizeram, sem a minha anuência e a de muitos docentes do nosso país, tenho vontade de me desligar do meu “sindicato”, sobretudo quando dando aulas de MEDICINA sinto no meu nariz e na dos meus alunos, como eles falam, enorme fedentina que exala de banheiros de professores, imundos e mal conservados, junto aos auditórios ou a tentar retirar dinheiro do caixa da agência do BB do Hospital das Clínicas da UFPE, onde a mesma fedentina volta, em atentado à dignidade humana e à saúde pública, sem sabermos a quem procurar ou a quem denunciar. Tudo isto testemunhando a decadência da Escola de Medicina do Recife, que foi a segunda melhor do país em fins do governo Goulart, em plena administração de uma Senhora que foi torturada por ação dos mesmos que hoje estão ao seu lado.

Espero que esta minha Nota toque a sensibilidade dos senhores e faça com que reflitam e revejam o grosseiro erro que cometeram. Um mundo justo só se conquista com LUTA, não com é com medo e dubiedade, não é com retrocesso e “acordos”, e sim, com AVANÇO!

Atenciosamente,
Lurildo R. Saraiva
Professor Associado de Cardiologia
Universidade Federal de Pernambuco







Logo após assinatura do acordo começaram a circular nas listas da internet inúmeros protestos contra a postura da direção do Andes de ter assinado um acordo com o governo, sem se quer ter consultado a base da categoria. UNIDOS PRA LUTAR publica duas importantes contribuições para esse debate feitas pelo sindicato dos docentes do Amapá e por um docente da Universidade Rural de Pernambuco da qual coincidimos em boa parte de suas analises sobre o acordo.
Estamos com essa iniciativa abrindo nosso BLOG de forma democrática para quem quiser opinar sobre referido acordo, inclusive a direção do próprio Andes – Sindicato Nacional.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS/SP: CONTINUA A GREVE DA FLC

Químicos estão há oito dias de braços cruzados na FLC
Os trabalhadores químicos da FLC Plásticos, em Caçapava, estão há oito dias de braços cruzados. Os grevistas reivindicam aumento da PLR de R$ 2.000,00 para R$ 2.500,00, adicional de, no mínimo, 20% para o turno 6x2 e a implantação de plano de cargos e salários para corrigir a tabela salarial na empresa. A greve tem a adesão dos cerca de 200 trabalhadores da empresa.

Na sexta-feira, 8, houve mesa redonda na SRTE (Secretaria Regional do Trabalho), em São José dos Campos, mas a empresa não apresentou proposta. Como não houve acordo na SRTE, a paralisação foi para dissídio (será julgada pela Justiça do Trabalho) na quinta-feira, 14, no período da tarde. Até lá, a greve segue com 100% de adesão.

Os trabalhadores estão em greve lutando por seus direitos, resistindo ao assédio moral da empresa, ligações intimidadoras, ameaças de demissão. A união dos trabalhadores fera a diferença. Só a luta traz conquista!

GREVE DAS UNIVERSIDADES - DERROTAR A POLÍTICA SALARIAL DO GOVERNO DILMA/TEMER

quinta-feira, 7 de julho de 2011

CARTA FINAL: Seminário Internacional "Os desafios do sindicalismo na atual etapa da América Latina"

 O Seminário Internacional “Os desafios do sindicalismo na Atual etapa da América Latina” convocado pela UNIDOS PRA LUTAR do Brasil e CCURA (Corrente Classista Unitária e Autônoma) da Venezuela, ocorrer num momento em que os trabalhadores e os povos do norte da África, os jovens e operários da Grécia, Espanha e Inglaterra, entre outros, estão mostrando ao mundo que não estão dispostos a pagar pelo preço da crise provocada pelos grandes capitalistas e banqueiros.
No nosso continente, nos últimos anos, fortes lutas e mobilizações enfrentaram e até derrubaram governos que implementaram o projeto neoliberal. Esses importantes processos, ainda que não consolidaram direções classistas e revolucionárias, foram fundamentais para o triunfo eleitoral de forças políticas com um histórico de propostas progressistas, oriundos dos movimentos de esquerda e, em alguns casos, se declarando socialistas.
Infelizmente, ao chegar ao poder, essas forças não avançaram além de pequenas concessões sociais ou democráticas. Na maioria dos casos, ao invés de dar continuidade às lutas que possibilitaram suas vitórias eleitorais enterraram seus compromissos de campanha, reataram as relações com antigos inimigos, se comprometeram a respeitar os contratos com as multinacionais, as grandes empresas e os banqueiros. Além disso, se rodearam de um forte aparato corrupto e burocrático, deixando os trabalhadores e setores populares jogados à própria sorte. Alguns processos como o da Venezuela e Bolívia, que levaram a confrontos reais com o imperialismo, estão em pleno retrocesso.
Ainda que com marcadas diferenças, esta é a realidade no Brasil, Venezuela e Bolívia, entre outros países.
Frente à crise da economia mundial, nesses países os governos também lançaram planos de ajuste. Isso fica evidente no salário insuficiente, nas condições de vida e na falta de acesso a uma educação e saúde que qualidade. A criminalização das lutas está sendo uma constante. Greves são decretadas ilegais, demissões e perseguição dos lutadores e assassinatos de dirigentes e ativistas continuam. A detenção e posterior entrega do ativista sueco-colombiano Joaquim Perez Bezerra ao governo da Colômbia do reacionário presidente Juan Manuel Santos, “novo aliado” de Chavez na região, é um grito de alerta para os povos do continente.
Mas os motivos que provocam as mobilizações e que acabaram derrotando governos anteriores continuam quase intactos. Exemplos disso são o não cumprimento da Agenda de Outubro, que exigia a nacionalização dos hidrocarbunetos, por parte do governo Evo Morales e a não resolução da crise social na Venezuela por meio do chamado “Socialismo do Século XXI” de Hugo Chavez. As inúmeras greves e mobilizações em curso nesses países demonstram a disposição de luta dos trabalhadores. Na Bolívia, além da enorme mobilização popular que derrotou o Gasolinaço, ocorreu uma greve geral com marchas e fechamento de estrada durante 10 dias, protagonizada por mineiros, professores e trabalhadores da saúde, greve que o governo declarou ilegal. Na Venezuela, nos últimos meses se contabilizaram quase 3 mil manifestações de lutas e protestos, ao calor da qual estão surgindo organismos como a FADESS (Frente Autônoma em Defesa do Emprego, do Sindicato e dos Salários).
No Brasil, a poderosa greve da construção civil a partir de jirau se espalhou pelo país inteiro, atingindo mais de 170 mil operários; a posterior paralisação dos trens de São Paulo, com impacto gigante na maior cidade da América Latina e a heroica greve dos bombeiros do Rio de Janeiro, constituem fatos novos da luta de classes, de impacto nacional e que indicam que está se abrindo uma nova dinâmica que estimula a retomada de fortes greves no país.
É hora de construir a unidade ma luta das novas direções combativas, classistas, independentes e autônomas!
Se não se consegue avançar mais no Brasil, na Bolívia ou na Venezuela e nos demais países da América Latina, onde importantes greves estão acontecendo, é pela traição das velhas e novas direções sindicais cooptadas pelos governos. Também são um empecilho para esse avanço, para desenvolver a lutas, as corentes de esquerda que privilegiam a preservação e do controle de aparelhos e cargos desmerecendo os interesses dos trabalhadores.
Mas em cada luta, novos e amplos setores começam a se rebelar contra esses dirigentes e a se organizar de forma independente dos governos e dos aparelhos sindicais que estão a seu serviço. Isso demonstra que estamos diante de um novo período favorável para a mobilização independente da nossa classe. Nesses processos devemos atuar para tentar unificar e coordenar essas lutas e greves, levar a mais ampla solidariedade e ajudar para que sejam vitoriosas em qualquer parte do mundo. Nesse caminho batalhar para construir uma nova direção sindical independente e autônoma dos patrões, mas também de todos os governos.
Esse é o desafio e a tarefa que nós, trabalhadores e trabalhadoras, presentes neste Seminário Internacional, nos comprometemos a defender para que os trabalhadores não paguem pela crise.
São Paulo, 2 de Julho de 2011
UNIDOS PRA LUTAR – BRASIL
C-CURA - VENEZUELA


PLENÁRIO DO SEMINÁRIO

Cedicio Vasconcelos (SINTESP-PA), Rodrigo Ayala,
Miguel Hernandes e Hector Rincon (SUOEPQS/Puerto La Cruz - CCCURA)

PLENÁRIO DO SEMINÁRIO

PLENÁRIO DO SEMINÁRIO

PLENÁRIO DO SEMINÁRIO

PLOENÁRIO DO SEMINÁRIO

Héctor Rincón (Sindicato Unidos de Obreros, Empregados
Petroleiros de Puerto La Cruz - Venezulea/C-CURA)

Miguel Hernandez (C-CURA - Venezuela)

Augusto (Sindicalista - Alemanha)

Alvaro Salmet (Dirigente Sindical de Professores - Colômbia)

Edgardo Reynosso (Diregente dos Ferroviários Linha Sarmiento - Buenos Aires)

MESA BRASIL: Da esquerda para direita 1) ìndio (Enlace - Intersindical,
 2) Pedro Rosa (SINTUFF - UNIDOS), 3) Douglas (UNIDOS), 4) Marcos Soares (APEOESP-UNIDOS),
5) Celso Lavorato (CSOL-Intersindical), 6) Pedro Paulo (APS - Intersindical), 7) Ederaldo (TLS)

CENTRO: Pedro Rosa - SINTUFF/UNIDOS

Ederaldo - Trabalhadores na Luta Socialista (TLS)

Índio - Enalce - Intersidnical

Pedro Paulo - Ação Popular Socialista (APS)

Cabral - Sindicato dos Químicos de SJC/SP da UNIDOS PRA LUTAR

Silvana Soares - APEOEP/UNIDOS PRA LUTAR

Jaime Solaris
 Dirigenmte da Central Operária Boliviana (COB) do Departamento de Oruro.

Izabel - Direção do SINTUFF/UNIDOS PRA LUTAR

Jaime Solaris

Dorinaldo Malafaia - SINDSAÚDE do Amapá - UNIDOS PRA LUTAR

Neide Solimões - Executiva Nacional da CONDSEF
UNIDOS PRA LUTAR

Marcos Soares
Executiva da APEOESP e da UNIDOS PRA LUTAR

Carlos Rojas - Dirigente da FEJUVE - Bolivia

MESA BOLÍVIA: Carlos Rojas, Jaime Solaris e Miguel Lamas (Jornalista)

PLENÁRIO DO SEMINÁRIO

PLENÁRIO DO SEMINÁRIO

PLENÁRIO DO SEMINÁRIO

AGUINALDO BARBOSA - SINTSEP/PA - UNIDOS PRA LUTAR

Mathias - Professor da Univertsidade Federeal de Uberlância/MG

MESA DE ABERTURA DO SEMINÁRIO: Anota Marçon (APEOESP),
 Neide Solimões (CONDSEF) e Rosi Messias (UNIDOS)