terça-feira, 22 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Todo apoio a Greve do Estaleiro Brasa!
Pela reintegração dos 14 cipeiros demitidos!
Fonte: UNIDOS PRA LUTAR do Rio de Janeiro
O estaleiro Brasa tem como uma das principais acionistas a Empresa holandesa SBM, a mesma envolvida nos escândalos de pagamentos de propina para obtenção de contratos de aluguel de navios-plataforma para a exploração do pré-sal. O valor do contrato para a construção do estaleiro no Brasa em parceria com a SBM com a Petrobras passa dos 2 bilhões de reais.
Mostrando toda a intransigência com os trabalhadores, o Brasa acaba de demitir 14 cipeiros do estaleiro e descontar os dias parados no pagamento do adiantamento dos trabalhadores. Não podemos aceitar que os trabalhadores sejam demitidos e penalizados por lutarem por seus direitos.
O PLR que será pago dia 30/04 deve ser estendido de forma proporcional a todos os trabalhadores e não somente aos que entraram na fábrica antes de outubro de 2013. Isso deixaria mais de 60% dos trabalhadores de fora da PLR.
Por outro lado, de forma intransigente, a empresa já informou, através de um comunicado, o não reconhecimento da Comissão de Fabrica, reconhecendo apenas a direção do Sindicato como intermediadora das negociações salariais. Sendo que a atual direção do sindicato está ilegal, pois o mandato está vencido há dois anos e ilegítima, visto que a direção do sindicato está contra a greve dos trabalhadores do estaleiro Brasa. E a pedido da Empresa o sindicato entrou com carro de som no pátio do estaleiro Mauá, acompanhado de 04 seguranças armados, para tentar convencer os trabalhadores a retornarem ao trabalho. Sendo rechaçados pelos trabalhadores.
Neste sentido, por entendermos a importância da luta dos trabalhadores metalúrgicos, um dos setores estratégicos para o nosso país, exigimos que a Empresa abra o dialogo e negocie com os operários para a fim de solucionar os conflitos.
- Exigimos a abertura imediata das negociações por parte do estaleiro Brasa
- Pela reintegração imediata dos 14 cipeiros demitidos
- Nenhum desconto dos dias parados
- Pagamento proporcional da PLR aos meses trabalhados de cada um.
- Pelo reconhecimento da Comissão de Fábrica, como representante legitima dos trabalhadores do Brasa
Campanha em apoio a Greve do Brasa.
Pela reintegração dos 14 cipeiros demitidos
Solicitamos que as entidades populares, sindicais, juvenis e parlamentares se pronunciem em apoio a greve do Brasa e enviem moções de apoio e solidariedade exigindo a reintegração dos 14 cipeiros e a imediata abertura de negociações.
Enviar e-mail para:
Sinaval A/C: Estaleiro Brasa: sinaval@sinaval.org.br
Presidente do Sinaval Ariovaldo Santana da Rocha
MTE: Gerência Regional do Trabalho e Emprego em Niterói
Titular: Albino Luiz da Silva Gaspar
E-mail: albino.gaspar@mte.gov.br
Substituto: Jorge Queiroz dos Reis
E-mail: jorge.reis@mte.gov.br
Com cópia para: jesseluz@ig.com.br
terça-feira, 8 de abril de 2014
TODO APOIO A MOBILIZAÇÃO DA POLICIA MILITAR E DOS BOMBEIROS DO PARÁ!
Lista de policiais que podem ter mandado de prisão decretado:
1. 3º SGT PM Walcir da Silva Corrêa, do 6º BPM
2. SD PM Tércio Júnior Sousa Nogueira, do 6º BPM
3. SD PM Luiz Fernando Passinho da Silva, da CCS
4. CB PM Antonio Carlos Leal Alves, do 6º BPM
5. SD PM Adriano da Silva Ribeiro, do 6º BPM
6. SD PM Moisés Ferreira da Silva Duarte, do 6º BPM
7. 3º SGT PM Aldoberto Ferreira da Silva, do 6º BPM
8. CB PM Augusto Cesar Correa Leal, do 6º BPM
9. SD PM Ernani Rogério Silva da Costa, do 6º BPM
10. SD PM Paulo Cesar Serra Necy, do 6º BPM
11. SD PM Denise Souza da Silva, do 6º BPM
12. CB PM Carlos André Fonseca da Cunha, do 6º BPM
13. SD PM Deylon Lima Miranda, do 6º BPM
14. CB PM Edson da Silva Amaral, do 6º BPM
15. CB PM Luciano Lobato de Lima, do 6º BPM
16. CB PM Lucival Brito, do 6º BPM
17. SD PM Fernando Magno Ramos, do 6º BPM
18. CB PM Josemir Pinho Ferreira, do 6º BPM
19. CB PM Sandro Augusto Palheta Portal, do 6º BPM
20. CB PM José Carlos de Castro Quadros, do 2º BPM
21. CB PM Edson Lima da Luz, do 10º BPM
22. CB PM José Anilton Bentes da Cruz, do 20º BPM
23. SD PM Osmar Leornado dos Santos, do 2º BPM
VEJA FOTOS DA LUTA DOS PRAÇAS DA POLÍCIA
MILITAR E DO CORPO DE BOMBEIRO NO PARÁ
sábado, 5 de abril de 2014
Todo apoio à greve dos Bombeiros e PM’s do Maranhão!
Fonte: UNIDOS PRA LUTAR - Maranhão
O governo tem dito que a segurança no estado está garantida mesmo com a greve já que os policiais recentemente nomeados “estão nas ruas”. Mas os policiais que ingressaram no último concurso acabaram de concluir o curso de formação e estão “em serviço”, ainda não tiveram seu ato de nomeação publicado no Diário Oficial e, portanto, ainda não são policiais de direito. Eles estão atuando sem receber salários e sem serem resguardados legalmente. É absurdo que a governadora haja de tal forma. Roseana diz que o aumento da violência no Maranhão se deve ao fato de que o estado estaria mais “rico”, num verdadeiro deboche à situação que vive o nosso povo, uma vez que grande parte de nossa população sobrevive apenas com o bolsa família e não tem direito a saúde, educação, transporte público digno, trabalho, cultura, esporte, lazer, etc.. Todos estes serviços devem ser ofertados pelo Estado de maneira gratuita e com qualidade. Na verdade a violência é um grave problema que se aprofunda em função do ajuste econômico que corta verbas das áreas sociais, do desemprego, das privatizações que destroem os serviços públicos e da ação do agronegócio que expulsa os camponeses e quilombolas de suas terras no campo. Por outro lado já vimos a falência da política de “segurança” baseada na repressão e encarceramento em massa durante os trágicos episódios ocorridos no presídio de Pedrinhas. O pior é que Roseana continua exercendo toda a violência da instituição policial contra os movimentos sociais e os moradores da periferia para garantir a paz dos milionários de nossa cidade e dos políticos corruptos de nosso estado. Mais do que nunca é hora dos Policiais grevistas se apoiarem na mobilização e atuarem de forma unificada com as entidades sindicais e populares para reverter essa situação. É preciso por fim a ditadura que existe nos quartéis e as ordens de cima que desrespeitam os direitos humanos e a qualidade de vida dos policiais. Para isso é necessário desmilitarizar a PM e por fim imediatamente aos batalhões específicos de repressão como as tropas de Choque (que só existem para conter protestos). Devemos exigir uma lei que impeça que os PM’s continuem sendo utilizados para reprimir greves, movimentos populares, lutas estudantis, ocupações urbanas, etc. Por isso nos dirigimos aos militares em greve e chamamos os praças a que não mais sigam as ordens do comando-geral e dos oficiais de alta patente, cujas diretrizes de repressão são decretadas por Roseana Sarney. Estamos apoiando sua luta e exigimos que vocês não mais atuem reprimindo manifestações, já que a luta do povo não é um crime. Não podemos esquecer que na greve de 2011, os policiais em greve se solidarizaram com a luta dos índios, quilombolas e sem-terra que também estavam mobilizados na mesma ocasião, em uma carta aberta à população. Além disso, reconheceram os excessos da violência Policial no campo e pediram desculpas por isso perante os movimentos sociais.
Como esta categoria é proibida por lei de fazer greve, nossa solidariedade é necessária para a vitória de sua luta. Por isso, nós da Unidos Pra Lutar somos solidários e estamos ao lado da greve dos bombeiros e policiais. Os bombeiros do Rio mostraram que é possível vencer por meio da mobilização, conquistando avanços salariais, sociais e a anistia a lideranças que estavam à frente da greve da categoria. Fazemos aqui um chamado a todos os sindicatos e entidades de luta do estado para que se realizem novas manifestações de solidariedade como a que já ocorreu essa semana, num ato encabeçado pelas Centrais Sindicais. Precisamos repudiar a utilização do Exercito e da Força de Segurança Nacional no patrulhamento das ruas e na guarda dos prédios públicos, já que essas tropas vão se voltar contra os grevistas e são utilizadas contra o povo trabalhador. O passo a seguir é unificar as lutas e as campanhas salariais que estão em curso para derrotar o governo Roseana Sarney e sua política.
- Todo apoio à greve dos militares! Por reajuste salarial e condições de trabalho dignas! Dinheiro para a PEC 300 e não para a dívida dos banqueiros e a Copa da FIFA! Derrotar o ajuste fiscal de Dilma e Roseana (PT/PMDB)!
- Pelo direito de greve e de organização sindical! Anistia ao cabo Campos e soldado Leite! Pela desmilitarização da PM! Democracia real nos quartéis! Eleição direta da cúpula da PM! Decidir em assembleia como a tropa deve ser comandada! Fim da criminalização dos movimentos sociais! Fim do extermínio ao povo pobre e negro das periferias! Basta de intervenção da PM reprimindo greves! Basta de ações da PM criminalizando o povo!
- Unificar as lutas dos trabalhadores e da juventude, no campo e na cidade! Que as centrais sindicais e sindicatos realizem um dia de greve geral estadual por salários e melhores condições de trabalho para todas as categorias do Maranhão!
São Luís, 31 de março de 2014. Unidos Pra Lutar/MA
Contatos: Denise Albuquerque – denicst@yahoo.com.br
Facebook: Denise Albuquerque
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
NOTA DE APOIO E SOLIDARIEDADE A LUTA DOS EDUCADORES EM MARABÁ
O SINASEFE, URBANITÁRIOS, SINDUNIFESSPA, SINTSEP vem através desta, solidarizar com a luta dos professores da rede municipal de ensino de Marabá. Em greve há uma semana, os educadores têm ido às ruas dialogar com a população para manifestar seu descontentamento sobre a situação de descalabro na qual se encontra a educação pública no município, as péssimas condições salariais e de trabalho que enfrentam no seu cotidiano, assim como a necessidade de uma política efetiva de educação e de maior autonomia, que reverta o atual estado de sucateamento e desvalorização dos profissionais da educação.
Infelizmente, o governo municipal tem fechado as portas para o diálogo e utiliza a estratégia de jogar a população contra o movimento grevista para intimidar os professores. Precisamos nos unir a esta luta não só por uma educação de qualidade como também pelo respeito aos princípios dos direitos humanos e à garantia de um estado de direito democrático.
Considerando que mesmo após as recentes lutas da juventude e do povo que ocuparam as ruas para mandar um recado aos políticos, de que não aceitarão mais as velhas práticas de corrupção, desvios de verbas, bem como, o descaso com a saúde e educação pública, certamente o governo de João Salame/PT/PMDB ao que parece não ouviram as vozes das ruas. Que mesmo depois de várias tentativas de negociação os trabalhadores da educação não foram atendidos em suas justas reivindicações, que após o esgotamento das negociações os trabalhadores em educação da rede municipal através do SINTEPP, encontraram a greve como uma ferramenta de luta para serem ouvidos e atendidos em suas reivindicações.
Os sindicatos que assinam essa nota vêm, assim, à público manifestar sua solidariedade e apoio com a luta dos professores da educação municipal de Marabá
Contra a criminalização dos movimentos sociais e de trabalhadores!
Marabá, 3 de fevereiro de 2014,
SINASEFE, URBANITÁRIOS, SINDUNIFESSPA, SINTSEP.
Infelizmente, o governo municipal tem fechado as portas para o diálogo e utiliza a estratégia de jogar a população contra o movimento grevista para intimidar os professores. Precisamos nos unir a esta luta não só por uma educação de qualidade como também pelo respeito aos princípios dos direitos humanos e à garantia de um estado de direito democrático.
Considerando que mesmo após as recentes lutas da juventude e do povo que ocuparam as ruas para mandar um recado aos políticos, de que não aceitarão mais as velhas práticas de corrupção, desvios de verbas, bem como, o descaso com a saúde e educação pública, certamente o governo de João Salame/PT/PMDB ao que parece não ouviram as vozes das ruas. Que mesmo depois de várias tentativas de negociação os trabalhadores da educação não foram atendidos em suas justas reivindicações, que após o esgotamento das negociações os trabalhadores em educação da rede municipal através do SINTEPP, encontraram a greve como uma ferramenta de luta para serem ouvidos e atendidos em suas reivindicações.
Os sindicatos que assinam essa nota vêm, assim, à público manifestar sua solidariedade e apoio com a luta dos professores da educação municipal de Marabá
Contra a criminalização dos movimentos sociais e de trabalhadores!
Marabá, 3 de fevereiro de 2014,
SINASEFE, URBANITÁRIOS, SINDUNIFESSPA, SINTSEP.
Chefes da Ambev invadem Sindicato da Alimentação em Jacareí
Vandalismo dos patrões contra os trabalhadores!
Hoje, 4 de fevereiro, por volta das 10H, cerca de 60 supervisores e chefes da Ambev invadiram o Sindicato dos trabalhadores da categoria, agrediram verbalmente funcionários e outras pessoas presentes na entidade, riscaram o carro da funcionária e provocaram danos na sede sindical.
Toda essa brutalidade foi promovida pela direção da Ambev, multinacional que fabrica Bhrama e outras marcas de cerveja e refrigerantes nesta cidade, líder mundial de vendas que abocanha 70% do mercado brasileiro, patrocinadora da Copa e das Olimíadas. Os participantes da agressão eram chefes e supervisores, todos “cargos de confiança” da empresa com altos salários e benefícios, eles se deslocaram de uniforme e em horário de trabalho, com bombos, cantando e gritando “queremos Banco de Horas”.
No mês de dezembro os trabalhadores da Ambev paralisaram as atividades por 24 horas para reivindicar pagamento de PLR e o fim do ilegal Banco de Horas que funciona na empresa há anos. Esse Banco de Horas provoca lesões e doenças graves pelo ritmo alucinante de trabalho, desestabiliza a jornada de trabalho e consequentemente se traduz em não pagamento das horas extras. Após a greve houve uma decisiva conquista, a justiça deu ganho de causa à ação do Sindicato e mandou a Ambev acabar com essa prática desumana e ilegal. Finalmente o Banco de Horas foi banido da fábrica.
O momento da invasão do Sindicato, por ordem da Ambev, foi presenciado por dirigentes da Unidos pra Lutar, professores, vidreiros e químicos. Parte da diretoria do Sindicato estava trabalhando e os diretores liberados estavam em reunião da Federação, em São Paulo. Apenas o diretor Julio Donizetti, que estava de férias, pode socorrer a funcionária da entidade. A pesar das agressões, os dirigentes sindicais dialogaram com os presentes explicando a conquista que significa o pagamento de horas extras e os prejuízos do Banco de Horas. Perto do meio dia eles se retiraram.
A professora Suzete Chaffin, da direção nacional da Unidos pra Lutar, presente na hora dos acontecimentos, declarou: “O fim do Banco de Horas na Ambev é um grande triunfo dos trabalhadores da categoria e da região. Das 40 unidades no Brasil, Jacareí é a única, ou uma das poucas, que não tem Banco de Horas. Os patrões temem um efeito dominó que derrote o Banco de Horas alentado pelo triunfo dos trabalhadores e pelas marchas de junho”.
Nada menos podia se esperar da Ambev, uma empresa que provoca lesões e morte de trabalhadores, que demite dirigentes sindicais, que perdeu processos na justiça por assédio moral e até sexual. Porém, não aceitamos nenhum tipo de atropelo por parte da empresa. Exigimos o respeito da democracia direta dos trabalhadores, do voto em assembleia. Esse direito foi ratificado pela justiça. Banco de Horas nunca mais!!! E exigimos do poder público que tome providencias contra o vandalismo patronal e a falta de respeito dos direitos trabalhistas!!!
Jacareí, 04 de fevereiro de 2014.
Unidos pra Lutar – Vale do Paraíba/SP
Associação Nacional de Sindicatos Independentes Unidos pra Lutar
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
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