sexta-feira, 3 de julho de 2020
Ato Público no Hospital Antônio Pedro de Niterói/RJ
NOSSAS VIDAS IMPORTAM
ATO PÚBLICO NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO (HUAP) - NITERÓI/RJ
Trabalhadoras e trabalhadores da enfermagem do Hospital
Universitário Antônio Pedro – HUAP - homenageiam às companheiras que, por
dedicação e profissionalismo, lutaram até o fim contra à Covid19.
E exigem direitos
e condições de trabalho.
Companheiras:
+ Inês Procópio
+ Luciana Roberto
+ Nadir Cabral
+ Eva Conceição
+ Neuza Inês
Presentes!!!
Hoje e sempre!!!
Exigimos:
- Testagem para todas as trabalhadoras e todos os trabalhadores;
- Afastamento de 14 dias para as pessoas contaminadas;
- Liberação com salário integral para os dos grupo de risco;
- Pagamento de insalubridade máxima para todos os trabalhadores do hospital;
- EPIs de qualidade e na quantidade necessária;
- Convocação dos remanescentes de concurso e PSS.
terça-feira, 30 de junho de 2020
segunda-feira, 29 de junho de 2020
Triunfo dos Químicos na Bayer. Apoio aos Metroviários. CLIQUE E ASSISTA O VÍDEO
Assembléia na Bayer (ex-Monsanto) Químicos SJC/SP
sexta-feira, 26 de junho de 2020
BOLETIM DA UNIDOS PRA LUTAR – Construindo uma Nova Direção Sindical (DF) No 227 Junho de 2020
BOLETIM DA UNIDOS PRA LUTAR – Construindo uma Nova
Direção Sindical (DF)
No 227 Junho de 2020
OPINIÃO
Júlio César Lisboa de Lima Pereira
Professor no Gama/DF,
Mestre em Direitos Humanos pela PPGDH/UnB,
Assistente Social pela SER/UnB,
Socioeducador pela ENS,
Mediador de Conflitos NEP/UnB.
A crise estrutural do
capital
A interpretação da crise atual do
capitalismo configura-se em uma ampliação em larga escala, embalada por um
forte desenvolvimento a nível mundial. As analises atribuídas à crise permite a
concepção de uma conjuntura estrutural, explicita no caos do sistema financeiro
que se manifesta no impasse da economia mundial, abarcando uma perspectiva com
prospecção de consequências devastadoras para o âmbito ambiental, social e
econômico a nível mundial. Podemos correlacionar diretamente aos impactos
gerados pela pandemia de coronavírus no mundo, no levantamento de estratégias
para retomada da economia em detrimento a promoção a saúde e valorização da
vida.
LEIA O TEXTO COMPLETOquinta-feira, 25 de junho de 2020
Campanha Salarial dos Metroviários de SP!
Metroviários de SP, junho de 2020
Campanha
salarial
Governo de São Paulo é
investigado por várias denúncias sobre suspeitas de desvio de dinheiro público
nessa pandemia.
“O Tribunal de Contas do
Estado (TCE) determinou a investigação de irregularidades por parte do governo
do estado de São Paulo na compra sem licitação de 3 mil respiradores da China
ao valor de R$ 550 milhões para o combate à pandemia do coronavírus”. Matéria veiculada no G1 em
maio de 2020
Enquanto isso, ameaça cortar salários e adicionais da
categoria metroviária sobre argumento de que, o estado não tem dinheiro para
manter a folha de pagamento.
Há alguns anos o governo do PSDB e a direção do Metrô
tenta atacar nosso Acordo Coletivo, nunca obteve êxito, agora querem se
aproveitar da pandemia, apelando para comoção dos trabalhadores e,
sarcasticamente apostando que a categoria será incapaz de se organizar,
mobilizar e resistir.
Tal manobra do governo significa manter a farra do
dinheiro público, tirando da empresa estatal para beneficiar as linhas privadas
e os altos salários de cargos comissionados indicados do governo e, desta
forma, desviam recursos que seriam destinados aos trabalhadores.
O transporte público é o segundo maior vetor do novo Coronavírus
depois da área de saúde. E nós metroviários estamos nesse contexto,
transportando diariamente mais de 1 milhão de passageiros, colocando em risco
nossas vidas, vidas da população que utiliza o Metrô e as vidas de nossos
familiares.
E não por acaso, que a categoria protocolou junto a
empresa, que congelasse as negociações na campanha salarial durante a pandemia,
abrindo mão do reajuste durante esse duro período para concentrarmos nossos
esforços no combate da covid 19.
Chegamos a propor um esquema de emergência que priorizasse
transportar os serviços essenciais para evitarmos uma contaminação em massa.
Entendemos que necessitamos de uma quarentena séria, garantindo renda, emprego
e salários para que toda a população fique em casa e, assim, desacelerar a
curva da contaminação que já levou ao óbito mais de 13 mil vidas no Estado de
São Paulo. Dória se iguala ao genocida Bolsonaro nesse quesito.
Sendo assim, não resta outra saída à categoria
metroviária, o ataque ao nosso Acordo Coletivo já está anunciado para o próximo
dia 30, agora é guerra. Estaremos unidos pra lutar pelos nossos direitos e, no
mínimo manter nosso Acordo Coletivo.
Nesse sentido, a diretoria do sindicato precisa ser
firme e se dedicar na mobilização das trabalhadoras e trabalhadores a fim de
organizarmos a greve dia 1° de julho.
Portanto dia 30/06 precisamos lotar a quadra do
sindicato para organizarmos nosso piquete e nos somarmos a luta dos
entregadores de aplicativos para pressionar o governo.
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