segunda-feira, 25 de março de 2013

Trabalhadores da alimentação vencem primeiro combate contra a Mars


Uma importante vitória foi conquistada pela greve dos trabalhadores da Mars do Brasil em Guararema. Como resultado da greve a demissão do companheiro Ricardo Ventura de Melo foi suspensa, foram pagas as horas paradas e marcada negociação com a fábrica para o dia 1° de abril. Esta não é uma vitória apenas do Sindicato da Alimentação de São Jose dos Campos e região e sim dos sindicatos reunidos no Fórum de Lutas do Vale do Paraíba e dos sindicatos da Alimentação, Laticínios e Bebidas do Estado. Inclusive estavam presentes companheiros de outras unidade da Mars. A vitória é parcial pois não foi cancelada definitivamente a demissão do Ricardo e porque os graves problemas que acontecem nessa empresa não estão solucionados. Porém, o recuo da fábrica e a firmeza demonstrada pelos trabalhadores e por todos os apoiadores é um triunfo político categórico.
Agradecemos a todos os sindicalistas quena madrugada do dia 21 de março, chegaram com moral e vontade de luta contagiante para garantir o combativo piquete e permaneceram debaixo de forte chuva até o fim da greve. Valoramos muito a unidade conquistada na luta, de companheiros ligados a diversas entidades como Unidos pra Lutar, Conlutas, Cut, Força Sindical e independentes que souberam colocar o triunfo dos trabalhadores em cima de qualquer diferença. Inclusive esteve presente um vereador da cidade de Jacareí. Agradecemos também a todas as entidades sindicais, populares, estudantis e parlamentares, do Brasil e da América Latina, que enviaram sua solidariedade com os trabalhadores e o repúdio à empresa.
Só com a unidade incondicional na luta dos trabalhadores e do povo é que venceremos as grandes batalhas que ainda estão por vir. 
Diretoria Colegiada do Sindicato da Alimentação de SJC e região/SP
22/03/2013

quarta-feira, 6 de março de 2013


 
TODO APOIO A GREVE DOS TRABALHADORES DO SINDICATO DOS QUÍMICOS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP

 

A Executiva Nacional da Associação Nacional de Sindicatos Independentes UNIDOS PRA LUTAR ocorrida no dia 05 de março de 2013 deliberou pelo apoio político e financeiro incondicional à greve dos Trabalhadores do Sindicato dos Trabalhadores Químicos de São José e Região – SP, iniciada no dia 04/03/2013.

As denuncias feitas pelos trabalhadores do referido sindicato da prática por parte da maioria da atual diretoria do sindicato da demissão de 6 funcionários e de um prestador de serviço, sem falta grave o que já representaria um completo absurdo, dois meses após a finalização das negociações salariais/assinatura do acordo coletivo entre trabalhadores e direção da entidade, inclusive, o sindicato goza de excelente saúde financeira com saldo  extra de 2 milhões de reais.

As denuncias de assédio moral promovida por membros da maioria da atual diretoria (ligados a corrente Frente de Oposição Socialista – FOS) contra os trabalhadores, bem como de Desvio de Função da entidade e a prática recorrente da opressão sobre as mulheres trabalhadora da entidade, devem ser repudiadas pelo conjunto do movimento sindical classista e combativo de nosso país.

Em nossa luta contra o governo e os patrões sempre combatemos com luta, greves e mobilizações referidas práticas e políticas contra, então diante de fatos gravíssimos, que puderam ser comprovados por membros da própria Executiva Nacional da UNIDOS PRA LUTAR que estiveram no piquete da greve dos trabalhadores, não só apoiamos a greve como exigimos o imediato atendimento da pauta de reivindicação dos trabalhadores da entidade: 1) Fim das demissões, readmissão d todos os funcionários demitidos na atual gestão; 2) Estabilidade a todos os funcionários até o final do mandato da atual diretoria; 3) Fim do Assédio Moral; 4) Não ao acumulo e Desvio de Função; 5) Comissão formada pelos sindicatos do Fórum de Lutas do Vale para averiguar as denuncias de Assédio Moral.

Nesse conflito trabalhista, não existe meio termo, ou se está ao lado dos trabalhadores apoiando sua greve e justas reivindicações ou se apóia praticas e métodos políticos condenáveis no movimento sindical, práticas essas patronais e estranhas a nossa classe.

Foi com essa consciência que no dia de ontem (05/03) mais de 900 trabalhadores da Jhonson&Jhonson, em uma clara demonstração de respeito e solidariedade aos trabalhadores de sua entidade, votaram em assembléia geral o apoio a greve dos funcionários e a exigência imediata do atendimento da pauta de reivindicação da greve dos trabalhadores de seu sindicato.

Infelizmente, todas as propostas de negociações feitas pela direção do sindicato (FOS) na tentativa de terminar a greve dos trabalhadores em vez de atender a pauta dos grevistas tem um claro conteúdo de dividir o movimento, fato que também condenamos.

Não aceitamos e condenamos as intimidações e as tentativas de agressões físicas que vez ou outra tem protagonizado a maioria da direção da entidade, também, em um completo desespero, o desrespeito a própria base de sua categoria (assembléia da Jhonson&Jhonson).

O Sindicato dos Trabalhadores Químicos sempre foi reconhecido por sua combatividade na luta contra os patrões e o governo na defesa dos direitos e conquistas dos trabalhadores, infelizmente essa história de luta e tradição combativa está profundamente ameaçada caso a reivindicação dos trabalhadores não seja atendida e a decisão da assembléia da Jhonson&Jhonson não seja cumprida.

Fazemos um chamado a maioria da direção da entidade a reflexão e a reverter essa lamentável situação.

 

  • Todo apoio a greve dos trabalhadores do Sindicato dos Químicos de São José e Região;
  • Pelo atendimento imediato da pauta de reivindicação dos trabalhadores da entidade.

 

São José dos Campos-SP, 05 de março de 2013.

 

Executiva Nacional da UNIDOS PRA LUTAR

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Não às demissões na GM! Nenhum direito a menos!

Por Nancy Galvão e Manuel Iraola

A crise da economia mundial iniciada em 2008 levou os grandes empresários e capitalistas de todo o mundo, com o argumento de reduzir custo para aumentar competitividade no mercado, a adotar o modelo chinês de relações trabalhistas, ou seja, aumentar brutalmente a exploração sobre os trabalhadores reduzindo salários e cortando direitos conquistados durante um século de lutas.
Por isso as massas trabalhadoras se levantam, estouram lutas: greve continental na Europa, revolução árabe contra ditadores que atacam os direitos democráticos e o nível de vida dos povos, ocupação das praças pela juventude indignada que questiona o sistema financeiro mundial, responsável pelo endividamento dos países e os planos de ajuste que geram mais miséria, desemprego e o desmonte da educação e do sistema público de saúde.
No Brasil, com a chegada da crise econômica, os patrões estão atacando os direitos trabalhistas e todo tipo de conquistas. O governo Dilma avaliza essa política presenteando às indústrias com isenções de impostos e incentivos fiscais que já custaram aos cofres públicos R$190 bilhões, e por outro lado corta verbas para as áreas sociais, dá continuidade à reforma da previdência comprada com o mensalão do Lula. Dilma prepara o terreno para a “chinalização” das relações trabalhistas no país com o ACE (Acordo Coletivo Especial) que permite que todos os direitos sejam rebaixados ou retirados e o projeto da terceirização irrestrita que transforma todos trabalhadores em mão de obra precarizada, esses dois projetos estão para ser votados no congresso nacional.
Infelizmente, a burocracia sindical da CUT e outras centrais pelegas, também ajudam os patrões, apoiando esses projetos do governo, assinando acordos que reduzem direitos e não unificando a luta dos trabalhadores que é uma só. Muitos desses ex-sindicalistas hoje ocupam altos cargos no governo e enriquecem a custa dos trabalhadores.
As fortes lutas também chegaram ao Brasil a exemplo dos operários da construção civil de Jirau contra a semi-escravidão nos canteiros de obras do PAC, dos servidores públicos federais que derrotaram a política de reajuste zero que Dilma queria impor por 10 anos. Policiais militares e bombeiros em greve desafiaram a rígida disciplina militar.

A luta na GM
A unidade da GM em SJC, desde 2008, tenta reduzir o piso salarial e impor o banco de horas. A mesma tentativa vem fazendo a Johnson, Ambev, Cebrace, e outras empresas da região. Por isso temos que entender que a luta dos operários da GM é parte de um processo global e que, portanto, tem que ser respondido globalmente pelo movimento dos trabalhadores com ações e jornadas de lutas unificadas, essa é a única possibilidade que temos de derrotar os patrões e o governo que os defende. A nossa luta não é apenas por manter os empregos, mas mantê-los com salários dignos e os direitos conquistados.
Estamos juntos com os operários da GM. Desde o primeiro momento nos colocamos à disposição e sob a condução do Sindicato dos metalúrgicos de SJC na perspectiva de fortalecer a luta contra os ataques aos nossos direitos rumo à vitória. O Fórum de Lutas do Vale do Paraíba (Sindicatos dos químicos, condutores, alimentação, vidreiros, petroleiros, SindSaae, municipais de Jacareí e de São Sebastião, e movimentos sociais) propôs uma jornada de luta unificada no segundo semestre de 2012, durante as campanhas salariais de todas as categorias, tendo a luta dos trabalhadores da GM como o carro chefe, infelizmente a direção do Sindicato dos metalúrgicos achou prematura uma campanha unificada e não concordou com a principal bandeira “Em defesa dos empregos com salários dignos e direitos”.
Ao recusar a luta unificada, isolaram o conflito, pois ao invés de convocar à unidade e ampliar e divulgar sua luta, chamando os trabalhadores e o povo, aos sindicatos e entidades à luta unificada, optaram por ficar sozinhos. Assim, ao privilegiar a negociação e confiar no governo federal, a direção do Sindicato dos metalúrgicos perdeu a possibilidade de derrotar o pacotão da GM. Isso levou a negociações infindáveis que geraram expectativas e desgastaram os trabalhadores, conduzindo a um beco sem saída que terminou levando o Sindicato dos Metalúrgicos de SJC a assinar, pela primeira vez, um acordo de retirada de direitos.
O acordo assinado implica na drástica redução do piso salarial (de R$3100,00 para R$1800,00), num banco de horas limitado a 12 dias/ano, e não garante os empregos, já que 600 trabalhadores do layoff serão demitidos e a promessa de manter a fábrica em SJC é duvidosa já que a GM se comprometeu apenas a manter o nível de emprego até 2014.
Sempre combatemos esse tipo de acordo que reduz e flexibiliza direitos, além de refletir negativamente em todas as categorias, fragilizando a luta de toda a classe trabalhadora brasileira. A história de luta dos trabalhadores da GM/SJC sempre foi um exemplo: a greve de 1985 quando os trabalhadores ameaçaram explodir a fábrica, caso a polícia sangrenta da ditadura militar invadisse a empresa ocupada pelos trabalhadores, conquistou a redução da jornada de trabalho. É essa a nossa história! É esse o exemplo a seguir!
O Fórum de Lutas do Vale do Paraíba continuará a luta unificada de todos os trabalhadores da região pela manutenção e ampliação dos direitos trabalhistas e melhoria das condições de trabalho. É necessário extrair todas as lições desta experiência, chamando e construindo a unidade dos trabalhadores para derrotar as políticas dos patrões e dos governos de acabar com os direitos trabalhistas, assim como para lutar pelo salário e melhores condições de trabalho.

Viva a luta dos trabalhadores! Nenhum direito a menos!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Movimentos sociais protestam contra tráfico humano em Belo Monte


Manifestação também prestou solidariedade aos operários presos de Ferreira Gomes, no Amapá

Durante a manhã desta quinta-feira, 21/02, o Comitê Metropolitano Xingu Vivo, junto com diversas entidades dos movimentos sociais realizaram um ato público em frente a sede do consórcio de Belo em Belém, denunciando o tráfico humano e a exploração sexual de mulheres e adolescentes no canteiro de construção da usina.

As entidades protestaram contra as violações de direitos humanos causada pelos grandes projetos como a construção da usina de Belo Monte. Após o ato uma comissão foi ao Ministério Público Federal entregar documento elaborado pela Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH) que solicita a instauração de inquérito para apurar as denúncias e pedindo federalização da investigação do tráfico de pessoas e exploração sexual.

Solidariedade aos operários em Ferreira Gomes (AP)
Durante a manifestação, algumas entidades prestaram solidariedade aos 17 operários da Usina Hidrelétrica de Ferreira Gomes, no Amapá, que estão presos desde o último dia 03, depois que os mesmos protestaram contra as péssimas condições de trabalho e a qualidade da alimentação que é servida no canteiro de obras.

De acordo com o coordenador geral do Sindicato dos Servidores Federais (SINTSEP-PA), Cedício Vasconcellos, “as conseqüências do modelo de desenvolvimento que o governo Dilma impõe sobre a região amazônica está levando ao aprofundamento de uma crise social na região. O tráfico de pessoas e a criminalização dos operários que protestam contra a precariedade nas relações de trabalho são uma realidade desde Jirau e Santo Antônio, em Belo Monte e em Ferreira Gomes. Temos que seguir denunciando este crime que está sendo patrocinado por governo e empreiteiras até derrotar este projeto”.


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Todo apoio aos operários de Ferreira Gomes


Dorinaldo Malafaia
Sindesaúde Amapá/Unidos-AP

O desenvolvimento acelerado de Dilma e das empreiteiras não leva em conta os direitos dos trabalhadores. Mais uma vez, os operários das obras do PAC estão demonstrando isso. No extremo norte do país, a cidade de Ferreira Gomes, no Amapá, está sendo palco de mais uma revolta de operários contra as precárias condições de trabalho impostas nas obras do PAC. 

No último dia 03, um grupo de trabalhadores queimou pelo menos 12 alojamentos no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica em construção na cidade. A ação ocorreu como protesto contra a péssima condição da comida servida. Depois de atear fogo nos alojamentos, os operários fecharam a BR 156 e foram duramente reprimidos pelo BOPE. 17 pessoas foram presas e permanecem detidas desde o dia do ocorrido, sendo tratados por governo e mídia como criminosos comuns. 

Estes trabalhadores são presos políticos do governo Dilma, que pretende dessa forma silenciar quem questiona as relações de trabalho nos canteiros do PAC. Nada mais cruel e reacionário, a criminalização de quem luta por melhores condições de trabalho. Assim é em todas as manifestações ocorridas até aqui. Em Jirau e Santo Antônio, em Belo Monte e agora em Ferreira Gomes, o aparato repressor é utilizado para frear as mobilizações. Como as burocracias sindicais estão sendo atropeladas pelos trabalhadores, o governo usa da repressão para conter as lutas. 

Estamos juntos com os operários de Ferreira Gomes. Estes trabalhadores deram o recado ao governo de que a dinâmica de lutas nas obras do PAC que começaram em Jirau-RO em 2011 segue. A lógica de superexploração dos trabalhadores nas obras do PAC só pode ser combatida com a mobilização destes trabalhadores. A Unidos Pra Lutar se dispõe a colaborar na campanha pela libertação dos operários presos e para cobrar que as condições de trabalho melhorem no canteiro. Através do Sindesaúde Amapá, já estamos nos movimentando para somar na campanha. No próximo dia 18 ocorre um ato pela liberdade dos 17 presos políticos do governo chamamos todos os lutadores a participar. Somos todos operários!

sábado, 17 de novembro de 2012

Todo apoio a mobilização dos operários em Belo Monte


 O questionamento ao modelo imposto pelo governo Dilma (PT) continua.
 O Clima de revolta tomou conta mais uma vez dos canteiros de obras de Belo Monte e Pimental, os principais na construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, na região de Altamira, no Pará.
 Tudo começou na noite da sexta-feira (09), onde depois de não aceitar a proposta de reajuste de 7% apresentado pelo Consórcio aos trabalhadores, foram incendiados quatro galpões do almoxarifado em Belo Monte. No sábado (11) a revolta chegou em Pimental, que teve suas instalações e alojamentos destruídos.
 Mais uma vez, como na última greve ocorrida, o SINTRAPAV, sindicato que deveria representar os operários, ligado à Força Sindical, foi rechaçado pela categoria ao tentar negociar um acordo de 11% de aumento com a patronal. Isso porque a inflação em Altamira está muito acima dos valores apresentados. Os preços na cidade subiram em 30%, muito acima da média nacional.
 Existem três reivindicações centrais em pauta: aumento salarial acima do oferecido, equiparação salarial entre os canteiros de obras e mudança nas regras das baixadas, que são as folgas, que ocorrem a cada seis meses.
 A Unidos Pra Lutar é solidária a luta destes trabalhadores. O avanço na precarização das relações de trabalho é inerente ao modelo de desenvolvimento que o governo Dilma impõe sobre a Amazônia e o resto do país. As empreiteiras fazem farra com dinheiro público, devastam o meio ambiente, afetando comunidades tradicionais, como em Belo Monte e no caso dos Guaranis-Kaiowás e atacam os direitos dos trabalhadores. Os preços em Altamira disparam e o salário dos trabalhadores não aumenta no mesmo patamar, o que torna a relação insustentável.
 O SINTRAPAV não fala em nome dos trabalhadores
Quem deve tratar das pautas apresentadas com a patronal devem ser os 14 mil trabalhadores da obra. Desde a primeira greve, no final de 2011, os operários já rejeitavam veementemente as tentativas da burocracia sindical do SINTRAPAV de tentar negociar em nome dos trabalhadores. Este sindicato já acumula uma série de traições a mobilização e até escoltado pela polícia já chegou nos canteiros para, ao invés de apoiar a luta, reprimi-la.  
 Dilma manda Força nacional de Segurança para garantir Belo Monte na marra
Recentemente, mais de 250 homens do Exército participaram de treinamento no Sítio Pimental. Os militares simularam operação para ocupar o canteiro e garantir o funcionamento da obra em caso de situação de conflito. O governo Dilma, junto com o governador Simão Jatene (PSDB) não estão medindo esforços para garantir a criminalização de quem mobiliza contra Belo Monte. Existe toda uma movimentação para garantir o andamento das obras. Até o Presidente da OAB, Ophir Cavalcante, que chegou a criticar a usina em 2011, teve seu escritório contratado para defender o consórcio de empreiteiras construtoras.
 Seguir o exemplo de Jirau para obter conquistas
As greves nos canteiros de Jirau e Santo Antônio em 2011 duraram mais de 15 dias. Mesmo com o a ilegalidade da greve decretada pelo TRT local, os trabalhadores conseguiram reajuste e a reposição dos dias parados até o dia 10.
 As rebeliões operárias que se alastram nas obras do PAC em menos de um ano mostra o caminho para os trabalhadores da construção civil a das outras categorias do país para derrotar o arrocho salarial e obter melhores condições de trabalho.

Todo apoio a luta dos trabalhadores de Belo Monte!
- Aumento salarial real!
- Redução do tempo das baixadas de 6 para 3 meses!
- Equiparação salarial entre os operários de todos os canteiros!
- Nenhuma confiança na burocracia do SINTRAPAV/Força Sindical! Uma comissão de base deve falar em nome dos trabalhadores!


Unidos Pra Lutar - Pará